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| "Tomás acreditava que 'para conhecer qualquer verdade a humanidade precisa do auxílio divino, a fim de que o intelecto seja movido por Deus'." (Os Cristãos - Um História Ilustrada, 2009) |
Ouvi falar de São Tomás de Aquino desde sempre. Ele é o autor da notória Suma Teológica (referida mais à frente) e sempre me inspirou temor e respeito. Mais temor do que respeito. Tipo: "Ah, Tomás de Aquino, o gênio intelectual, dotado de uma sabedoria inalcansável". Difícil rezar para alguém assim, né?
É que nós, católicos, gostamos de tratar os santos como nossos amigos íntimos (dê uma olhada no Post Não deixe para amanhã: grite HODIE!) e pedir a intercessão de um santo tão sério, aparentemente tão distante quanto São Tomás de Aquino, me parecia inconcebível. Melhor procurar Santo Antônio de Pádua ou São Francisco de Assis - mais singelos, mais perto da gente, mais "pés no chão", não é mesmo?
Ocorre que... Mudei de ideia. Dois anos atrás, adquiri o excelente livrinho São Tomás de Aquino (Artpress, 2005) e terminei a leitura devotíssima do santo italiano. Descobri que ele foi um homem de intensa oração e muito afeito à Nossa Senhora. E que sua humildade era tal, que atribuía ao Espírito Santo todos os frutos do seu trabalho intelectual. Apaixonei-me pela passagem a seguir, que quase virou epígrafe da minha monografia.















