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28 de agosto de 2014

Nelson Freire

Ingresso para o concerto do pianista mineiro Nelson Freire com a Filarmônica de Minas
no Palácio das artes (Belo Horizonte, BRASIL) em 27-8-2014

É como um voile
num dia de vento.
Às vezes rápido,
noutras abrupto -
como martelo
numa parede.
Na maior parte
suave, lânguido -
feito moça que desfalece.

Também é lince,
de tocaia
enquanto avançam.
A um sinal
dá o bote
sacoleja
afunda na água
e puxa os cabelos.

Falso menino doce -
não tens um piano
nas mãos!
O que manejas
é espada: entranha.


25 de agosto de 2014

Socorro! Estive na Bienal do Livro de SP!...

Foto de Vera Kratochvil

Deus me livre e guarde de voltar um dia de novo à afamada Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Dizer que é “a visão do inferno” é o mínimo. Trocaria ter estado lá por um rolé em qualquer livraria de shopping center. Naquele galpão, onde eu esperava uma experiência literária e, digamos, econômica – comprar livros a bons preços –, não pretendo voltar nunca mais. A seguir, os pontos contra a Bienal do Inferno:

O símbolo simpático da Bienal de SP
nada tem a ver com o que vivenciei lá
1) Começa pelo site. Entrei no Google e digitei: “Bienal do Livro”. Uma página laranja e branca abriu com informações incríveis e um mapa maravilhoso da feira – o qual você pode ampliar e localizar direitinho onde suas editoras preferidas estarão expondo. Quando cliquei em algo como “Como chegar”, o endereço era “Barra da Tijuca”. Ops! O primeiro resultado de Busca do Google não deu para a Bienal de São Paulo, mas para a do Rio!...

Quando pesquisei de novo e localizei a de Sampa, que decepção! O site da Bienal do Rio dá de 10 (DEZ) mil a 0 (ZERO) no da Bienal de São Paulo. Em vez de as editoras/expositores estarem elencados numa única página – como acontece no site do Rio –, você é obrigado a clicar em infinitas páginas organizadas em ordem alfabética e numeradas de 1 até não sei quanto. Que preguiça! Além disso, o mapa de toda a feira tem uma resolução péssima e exige download ou “filtros” pra ser visualizado. Que complicação!

Pior: na noite de sexta-feira, quando visitei o site, não localizei algo relativo a “Como chegar” de jeito algum, por mais que clicasse e clicasse e clicasse. Uma canseira tão grande, que desisti de navegar – minha intenção era estar lá com o mínimo de informação sobre os estandes. Não consegui: trabalhoso demais.

2) Ao chegar ao evento de carona – não sou de São Paulo, e sim de BH –, surpresa: mais de uma hora na fila (das 14h às 15h15), debaixo de sol, me aguardava. E não pense que era a fila “para entrar”, e sim “para comprar” um ingresso de exorbitantes R$ 14. Já na bilheteria, depois de quase 60 minutos sob sol forte, pude provar na pele a sensação de uma vaca no matadouro: grades em curvas infinitas me fizeram dar voltas e voltas e voltas até finalmente estar diante de uma moça atrás de um vidro: “Meia ou inteira?”. (A essa altura, eu já queria ir embora.)

Esta é a ÚNICA foto que tive ânimo de tirar ao passar pela Bienal do Livro de SP.
Depois de 55 minutos debaixo de sol escaldante, cheguei à Bilheteria.
Eu teria mais 20 minutos de fila pela frente até chegar à “entrada número 27” - 23-8-2014

16 de maio de 2013

Exposição em Sampa sobre os Jogos Olímpicos

Na exata medida em que as mascotes olímpicas ficaram feias,
as tochas se tornaram cada vez mais leves e "estilosas"...
Confira + de 30 fotos e outros destaques da mostra em São Paulo

Imagem: Misha, o fofinho e inesquecível ursinho mascote
das Olimpíadas de Moscou (1980) - Fotografia de Ana Paula (acatolica.com)

- Raquel.
- Ana Luísa.
- Cristiane.
- Waleska.
- Michele.
- Daniela.
- Micheline.
- Professora, acabamos de escolher os times.
- Ei, falta eu!
- Ah, é a Ana Paula...
- Escolha o time em que você quer ficar. Qualquer um.
- Ai... Tomara que ela não escolha o nosso!...

Era sempre assim nas aulas de Educação Física, nos meus tempos de colégio. Dentro da sala de aula, (quase) todo mundo queria ser do meu grupo, mas nas quadras... Ninguém me queria! Claro, eu era uma negação nos esportes. Pequena e magra, alvo fácil das jogadoras do time adversário. Além disso, não tinha força nenhuma para compensar o phisique du rôle mignon. Era a primeira a ser "queimada" e a prejudicar meu time.

Talvez por isso, não seja uma boa telespectadora de competições. Não tenho a mínima paciência para futebol, por exemplo. Acho uma chatice sem fim aqueles homens trocando passes rumo a um gol que custa a sair. Sem falar que é um tal de cair no chão a toda hora, só para "cavar" falta.

Porém, tanto despreparo e inaptidão para jogar ou ao menos para assistir a algumas modalidades esportivas não me impediram de, desde criancinha, AMAR as Olimpíadas. A esperar com ansiedade, de quatro em quatro anos, pela cerimônia de abertura dos Jogos e a me emocionar nos encerramentos. Para mim, as Olimpíadas são mil vezes melhores do que as Copas do Mundo de Futebol.

Com isso em mente é que fui levada pela minha irmã Andréa Cristina, que vive com o marido Luis Guilherme na maior cidade do Brasil, São Paulo, a visitar a incrível exposição Jogos Olímpicos.

Duas coisas me chamaram a atenção: 1) a mostra é coloridíssima. Super-atraente e 2) ela é curtinha. Em uma hora - até menos - você contempla tudo. E se diverte.

Se está em São Paulo e tem filhos a partir dos 7 anos de idade, pode levá-los sem medo e estimulá-los a ler os painéis verdes, vermelhos, laranjas e azuis, ricos em informações relevantes sobre a história da coroa de louros que os campeões recebem, da tocha olímpica que atravessa países e continentes para chegar ao local dos Jogos, da trégua durante as competições e... Das cobiçadas medalhas. Televisores espalhados também exibem imagens históricas e mais recentes.

Há vários pontos altos.

Adorei saber que o basquete foi inventado a partir de um cesto simples de pêssegos; AMEI ver de perto o vestido deslumbrante que a cantora Marisa Monte usou na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012 (puxa: como ela é magrinha!...); emocionei-me com a camisa da líbero Fabi, bicampeã olímpica de vôlei pelo Brasil, e surpreendi-me com um bônus (e que bônus!): uma bola de futebol com a assinatura do rei Pelé.

Destaco ainda a longa fila de medalhas - do ano de 1896 a 2012 - e as mascotes de cada edição das Olimpíadas. Aqui, faço uma observação: por que, meu Deus, elas deixaram de ser tão fofinhas, lindinhas e carismáticas como os inesquecíveis Sam, a águia (Los Angeles - 1984), e Misha, o urso (Moscou - 1980), para se tornarem grotescas, feias mesmo, como as das Olimpíadas de Atenas (2004) e Londres (2012)?

Deus me livre de algumas criações da Arte Contemporânea. Parece que alguns artistas pós-modernos querem encher o mundo de feiura!...

Bem, fico por aqui.

Na esperança de que meu rebento Jaime Augusto, que é louco pela Jabulani da Copa do Mundo de 2010 da África do Sul, se dê tão bem nas quadras como dentro da sala de aula. Senão, que a dedicação e o heroísmo dos atletas olímpicos de todos os tempos e países sirvam para inspirá-lo a superar seus próprios obstáculos. Como me inspiram. Desde criancinha. As Olimpíadas são uma metáfora da vida. Com o bônus das medalhas de ouro, prata e bronze. E das mascotes de pelúcia, claro.

Saúde e Paz!!

Serviço: Exposição Jogos Olímpicos
Centro Cultural Fiesp . Ruth Cardoso
Avenida Paulista, nº 1.313, Bela Vista, São Paulo (BRASIL)

Até 30 de junho de 2013
Segunda-Feira, das 11h às 20h
Terça-Feira a Sábado, das 10h às 20h
Domingo, das 10h às 19h

Entrada de GRAÇA
**É permitido fotografar, desde que não se utilize flashs.**
**Bolsas e sacolas devem ser deixadas em um guarda-volumes no local.**

Confira algumas imagens exclusivas que o Blog A Católica traz da exposição:

5 de maio de 2013

A CATÓLICA no show do Paul McCartney em BH!

O cantor, compositor e pintor de Liverpool (Inglaterra)
é exemplo de vocação vivida em plenitude, mesmo na Terceira Idade.
Durante 2 horas, ele me fez sonhar... E CHORAR muito!...

The Beatles, playing for the Dutch broadcast org VARA in 1964 - Guitarpop (talk)

Paul McCartney performs in Dublin, Ireland on July 10, 2010 - Fotografia de Fiona

Foi uma experiência emocional. Quando Paul McCartney entrou no belíssimo palco armado no Mineirão (Belo Horizonte, Minas Gerais, BRASIL), entoando a primeira música que aprendi a cantar dos Beatles: Eight Days a Week; meus olhos marejaram, comecei a chorar e assim foi toda a primeira hora do show...

... Nunca imaginei que um dia estaria numa apresentação do meu Beatle favorito.

Ele ali, lindo naquele terno azul bebê, camisa branca, gravata e calça pretas. "Boa Noite. É ótimo estar aqui em BH. Povo 'bão'!...", imitando o sotaque da terra onde nasci e vivo. "Finalmente, Paul veio falar UAI!", prosseguiu, antes de entoar All My Loving. Por vários momentos, o setentão que não perde o jeitão de rapaz se comunicou conosco, em bom português, arrasando com nosso coração já conquistado.

Entre inumeráveis trocas de violão e guitarra; ajeitadas estratégicas na calça preta que teimava em descer (conforme podíamos constatar pelos telões), gingados com o quadril e sorrisos marotos para a plateia, o show de Paul foi um desfile de canções que embalaram, sobretudo, a minha adolescência, nos idos dos anos 1990: Lady Madonna; Ob-La-Di, Ob-La-Da; The Long And Winding Road; Let it Be...

... A diferença é que eu não estava no chão da casa dos meus pais, de frente para o aparelho de som, e sim confortavelmente acomodada na cadeira cinza do setor Cadeira Amarela (!!), cantando junto a milhares de fãs. Não estava mais só. E não era mero vinil ou CD. Era "o cara" ali, uma formiguinha no palco, pela distância em que me encontrava, mas um gigante naquele telão de alta definição.

A cada linda canção - Another Day (uma das minhas favoritas); Your Mother Should Know; Eleanor Rigby -, lágrimas teimosas, inconvenientes, brotavam dos meus olhos: "Pela primeira vez, estou cantando junto ao meu ídolo. Paul e esse monte de gente. E, no meio dessa gente, eu!". E eu cantei... Como cantei...

1 de janeiro de 2013

... E o Vaticano CONTINUA entre nós

Pela segunda vez, A CATÓLICA visita a exposição
Esplendores do Vaticano em São Paulo (BRASIL)
e conta, para você, as suas novas impressões sobre o evento

(Imagem: Fotografia de Ana Paula~A Católica - acatolica.blogspot.com)

Fotografia de Ana Paula~A Católica (acatolica.blogspot.com)

Fotografia de Ana Paula~A Católica (acatolica.blogspot.com)

Aconteceu. Pensei que a estupenda exposição Esplendores do Vaticano ficaria no Brasil até 23 de dezembro de 2012 - conforme divulgado -, porém seu sucesso entre o público brasileiro levou a organização a estendê-la até 31 de março de 2013. Sorte minha. E sorte sua, caro internauta d'A Católica, caso pretenda visitá-la, mas ainda não o fez.

Aconteceu nesse 29 de dezembro a minha segunda visita aos tesouros do Vaticano.

Na minha primeira visita - sobre a qual falei no Post ... E o Vaticano está entre nós -, permaneci mais de 4 horas dentro da OCA do Parque do Ibirapuera, na cidade de São Paulo (BRASIL), que abriga o evento. É muita, muita, muita coisa para se ver e ler. Desta vez, fiquei mais de 5 horas - isto mesmo: 5 horas de pé andando pelos corredores, maravilhada com as obras de arte, contemplando peça por peça e texto por texto.

Faço o tipo "visitante caxias" e não só leio todas as explicações que acompanham todos os objetos expostos, como faço questão de anotar muitas delas. Algumas, dividi com você no Post ao qual me referi acima: ... E o Vaticano está entre nós. Outras, pretendo compartilhar com você ao longo desta nova postagem do Blog A Católica.

Minha intenção é instigá-lo a ir pessoalmente à capital paulista, a fim de ver por si mesmo as belezas às quais elas se referem e que tanto me encantaram. Esplendores do Vaticano é imperdível. Se não resistir e for possível ir à OCA, eis as minhas 5 dicas:

12 de outubro de 2012

... E o Vaticano está entre nós

A Católica visitou a exposição Esplendores do Vaticano
em São Paulo (BRASIL) e conta tudo para você:
o que a emocionou e o que a "decepcionou"... Confira neste Post.

Fotografia de Ana Paula ~ A Católica (acatolica.blogspot.com)

Fotografia de Ana Paula ~ A Católica (acatolica.blogspot.com)

Fotografia de Ana Paula ~ A Católica (acatolica.blogspot.com)

Eu estive lá em 21 de setembro. No primeiro dia, na estreia, caro internauta d'A Católica! Estou falando de Esplendores do Vaticano. Se você que me lê é católico apostólico romano e, como eu, pode dar um pulinho até a cidade de São Paulo (BRASIL), por favor: não deixe de visitar a OCA do Parque do Ibirapuera, que abriga a exposição. A mostra é impecável - eu escrevi im-pe-cá-vel - e, óbvio, imperdível.

Por que comecei dizendo "se você que me lê é católico apostólico romano..."? Resposta: porque senti, de verdade, que os Esplendores do Vaticano estão especialmente voltados para nós. Para quem tem fé e pertence à Igreja Católica. Nós, católicos, mais do que qualquer outra pessoa de outra religião ou alguém que esteja somente interessado nos aspectos artísticos, nas obras de arte, fruímos da mostra Esplendores do Vaticano intensamente. Como ninguém.

Percorrer os corredores e andares da OCA é empreender uma jornada no tempo e (por que não?) no espaço: a partir da chegada de São Pedro a Roma (Itália), passando pela construção da atual Basílica de São Pedro, até o pontificado de Bento XVI. Desde a entrada, quando fui "recepcionada" por dois recrutas da Guarda Suíça, a qual protege Sua Santidade desde a Idade Média, ouvi uma música envolvente que me abraçou e deu o tom solene, respeitoso, de oração mesmo a tudo o que vi a seguir.

É isto: embalada pelo som de uma música que dá todo um clima de sacralidade à exposição, atravessei Esplendores do Vaticano em prece.

15 de setembro de 2011

Eu queria ser um objeto

Ao visitar um local como o Museu do Ipiranga - ou Museu Paulista -,
a vontade que dá é a de sobreviver aos séculos 

e se espantar com o futuro...

(Fotografia de Ana Paula~A Católica - acatolica.com)

(Fotografia de Ana Paula~A Católica - acatolica.com)

Visitei o Museu do Ipiranga ou "Museu Paulista" dois dias depois da celebração da Independência do Brasil. Fiquei encantada com a conservação de todos os objetos expostos, a ponto de me perguntar diversas vezes: "Serão meras reproduções ou peças realmente originais, de época?".

Vi móveis que pertenceram a Santos Dumont e ao Padre Feijó, porcelanas chinesas e francesas, escarradeiras, vestidos, chapéus e até brinquedos. Tudo aparentemente novinho, lustrado. Conservado. Fui percorrendo as salas - divididas por temas: o café, as armas, o cotidiano... -, lendo as plaquinhas com as identificações e as datas, deixando-me envolver pela alusão à atmosfera dos séculos XVIII e XIX.

Num tempo não tão distante assim, tudo era feito à mão aqui no Brasil: quem quisesse algo mais sofisticado precisava de bastante dinheiro, a fim de adquirir mercadorias importadas - especialmente da França, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha. Não havia tanta tecnologia. Não tinha televisão na sala de estar. As cadeiras (de madeira) eram dispostas de modo que uns olhassem para o rosto dos outros. A "estrela" não era o telejornal nem a telenovela, e sim a conversação.

23 de maio de 2011

Visita à NOVA loja da Canção Nova

Conheça a loja da comunidade que me ajudou a
gostar de ser católica outra vez.
Neste Post, mais de 30 fotos e o meu testemunho. Entre! Confira!

Fotografia de Ana Paula~A Católica (acatolica.com)

Fotografia de Ana Paula~A Católica (acatolica.com)

Fotografia de Ana Paula~A Católica (acatolica.com)

A Avenida Isabel Bueno, nº 400, Bairro Jaraguá, não é mais o único endereço da Loja Canção Nova em Belo Horizonte. No dia 15 de maio, uma segunda filial foi inaugurada bem no centro da capital do estado de Minas Gerais (Brasil). E A Católica esteve lá para conferir o novo espaço, conversar com as responsáveis, adquirir alguns produtos e, claro, fotografar tudo para que você possa conhecê-lo também!

Se ainda não sabe, a Loja Canção Nova pertence à comunidade católica de mesmo nome, fundada por Monsenhor Jonas Abib em 1978. Cada comunidade católica tem um carisma, ou seja, uma vocação para cumprir. A da Canção Nova é evangelizar através dos meios de comunicação: rádio, TV e Internet. Foi pela TV Canção Nova que eu conheci esse trabalho maravilhoso, que não se cansa de tocar e converter corações.

O meu foi um deles.

Quando o fiel não está na igreja, participando da Santa Missa, não pode ouvir as palavras do padre para mudar de vida. Assim, o sacerdote não é o único meio de que o bom Deus se vale para atrair a Si os corações que precisam de conversão. Ele precisa de outros evangelizadores, que ocupem espaços vários e cheguem até aqueles que estão afastados. Como eu estava - até o 2º semestre do ano de 2007.

O que, devagarinho, foi me trazendo de volta ao Catolicismo, foram as missas do Padre Marcelo Rossi, transmitidas às 15h das tardes de sábado pela emissora de televisão Rede Vida, e a programação da TV Canção Nova. Assistir a programas como Trocando Ideias, Escola da Fé e Especial Padre Léo (ou Buscai as Coisas do Alto) me ajudou a perceber que Ser Católica é difícil sim, mas vale a pena. E pode ser extremamente gostoso!

É aqui que entram os produtos da Canção Nova.

Acompanhar a emissora no dia a dia nos deixa com aquela vontade de "quero mais". Os livros, os CDs e os DVDs, portanto, são um prolongamento da evangelização que acontece pela TV. E até mesmo não-católicos são tocados pela experiência e a sabedoria dos missionários da comunidade. Mamãe Gali, por exemplo, que é espírita kardecista, adquiriu o livro Quem tem que mudar Sou Eu. E está adorando!

Agora... É hora de você ver as fotos da NOVA Loja Canção Nova em BH.

Ela funciona na Avenida Amazonas, nº 121, Centro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h. O telefone é: 31-3658-3586.

Quem adquire os produtos na nova loja (e também na loja do Bairro Jaraguá) ajuda diretamente o projeto Dai-me Almas, que sustenta a missão da comunidade de evangelizar pelos meios de comunicação. Cem por cento do lucro das vendas vão para esse projeto. Se, como eu, você também vive na Grande BH, não deixe de dar uma passadinha! A nova loja é ampla e você será muito bem-recebido pelas duas colaboradoras que trabalham lá: Keila e Dórica. Aprecie as fotos. Inté!

24 de agosto de 2010

Alguma coisa acontece no meu coração...

Endereço da Felicidade (ou um deles...)

Imagem: Internet
Acabei de desembarcar em Belo Horizonte, my home sweet home (meu lar doce lar), vinda de São Paulo. Foi a primeira vez em que estive lá. Fui apenas para rever e abraçar minha madrinha, Suzana, e tive só um dia para passear pela cidade.

Meu primo, Flávio Augusto, que mora lá há alguns anos, e minha irmã, Andréa Cristina, tiveram que escolher um único lugar que desse para eu conhecer em apenas algumas horas. E me levaram ao local certo: a Avenida Paulista.

Agora, eu entendo perfeitamente o que Caetano Veloso quis traduzir na letra de Sampa. Só que, ao contrário dele, eu não "achei feio o que não era espelho". Reconheci-me na cidade, para grande espanto do meu eu. É que sempre, sempre tive preconceito com São Paulo. Ops. Não o "santo", nem o time de futebol, mas a capital do estado de São Paulo mesmo.