30 de setembro de 2010
Hoje é dia de São Jerônimo - o santo difícil
Hoje é dia de São Jerônimo (que viveu de cerca de 347 ao ano de 420). Sofrônio Eusébio Jerônimo, conforme o livro Os Santos do Calendário Romano (Paulus, 2007). Sabe o que, particularmente, mais gosto nele?? Duas coisas.
Primeiro, o seu Profundo Conhecimento e Amor pela Sagrada Escritura, a ponto de assegurar, segundo Frei Jorge E. Hartmann OFM (Ordem dos Frades Menores), que “Ignorar as Escrituras é ignorar Cristo”. Uau.
Depois de ler essa afirmação, nunca mais, nunca mais, nunca mais olhei para a Bíblia como um livro de histórias velhas, bobas (Adão e Eva, Arca de Noé, etc.), cujo lugar devia ser aquele mesmo que – infelizmente – ocupa na maioria das casas: “mofar” na estante da sala de estar ou de um dos quartos.
Desabafo contra uma empresa ruim
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| Tá vendo essa fruta no meio da neve? Sou eu! Não gosto do frio. Brrrrr Meu marido e eu vamos contratar outra empresa: aquela que insiste na TV pra sairmos do frio da Sibéria! |
Cortei o cabelo com a tesoura da cozinha. Adorei o comentário do meu marido: “Você está louca! Vou ligar pra sua mãe, que estou com medo de você...”. Ora: meu cabelo estava me incomodando, dando um trabalhão pra pentear depois do banho. Tec. Tec. Tec. Cortei. Cabelo curto: um problema a menos.
Porque há vários outros. Por exemplo: tô sem Internet...
... Uma pausa: a empresa "levou" dez dias para vir ao meu novo endereço reinstalar a conexão. Só que, no dia marcado, não apareceu! Fico me perguntando por que empresas desse tipo tratam o cliente dessa forma, como se fossem as únicas no mercado, como se não houvesse concorrência. Um absurdo.
Minha revista de estimação: NOVA (Cosmopolitan), Julho-1988
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| Folhear uma revista antiga traz à tona quem éramos na data da publicação. Esse mergulho no tempo não é melancólico: nos faz rir, nos revigora... |
Guardo com todo o carinho, como uma concha esconde a sua pérola, uma revista NOVA velha. “NOVA” é como a mundialmente conhecida revista Cosmopolitan é chamada aqui no Brasil. E “velha”, porque é de 1988, ou seja, quando eu tinha 11 anos de idade.
Minha madrinha, Suzana, a assinava ou a comprava todo mês (não sei ao certo). Sei que, ao visitá-la, naquele edifício imenso, 11º andar, cujas janelas davam para a Via Expressa, eu corria até o seu quartinho de despensa a fim de catar a mais nova edição de NOVA ou Manchete ou Elle (outras duas revistas que ela adquiria).
Vez ou outra, eu folheio esta NOVA – de “Julho 1988 nº 178”. Que cheirinho gostoso ela tem!
25 de setembro de 2010
Como entender se ele (o pretendente) gosta ou não de você
| Uma amiga, lá dos idos do milênio passado, não queria ver que era sistematicamente desprezada. Como é difícil a gente aceitar que, às vezes, não é bem-me-quer, mas “mal-me-quer” mesmo |
Obsession. Ontem vi na TV um deputado que tem como Projeto de Lei a instituição de uma multa às brasileiras e brasileiros que insistirem em colocar entre uma frase e outra um dialeto inglês. Ok. Mas uma língua como a inglesa confere mesmo uma certa sofisticação, uma suavização que caem bem à ideia que tentamos transmitir pelo meio mais falível (realmente falível) como é a palavra.
Então, obsession. Olhe só: se eu colocasse obsessão ficaria pesado. O ão é realmente pesado. Ão. Então, obsession. É isso, por exemplo, o que uma amiga minha sente pelo cara que não quer mais ser o seu namorado. E porque é minha amiga, por que não um eufemismo?
Moralidade x Misericórdia
NOTA: Escrevi esta crônica em 7 de outubro de 1999, baseando-me na história verídica que a mãe de uma colega de Faculdade me contou. Todos os nomes foram alterados em respeito à privacidade dos envolvidos.
Minha avó não foi filha legítima. João Q. de A., dono da fazenda ao lado, fez amor com minha bisavó, que naquela altura era viúva, e então nasceu minha avó. As filhas mais velhas da bisa eram morenas, moreninhas, praticamente negras. Minha avó era loirinha. Todo mundo a chamava de "milho". João Q. de A. ficou sabendo da gravidez e do parto. Mas não quis reconhecer: "Vai dar problema com a herança", e de si, deixou que a pequena levasse o primeiro nome. Joana.
23 de setembro de 2010
Quero ser Marisa Monte!! (2 meses de Blog!)
Já estou no apartamento de frente para a Gameleira (lá no fundo, a Torre do Alto Vila e a Serra do Curral). Levei menos de quatro dias para pôr (quase) tudo em ordem. Agora estou aqui, digitando este Post pra você!
Como estivemos sem sinal de TV, almoçava assistindo ao DVD Mais, da cantora Marisa Monte. Fazia tempo que eu o assisti à primeira vez. Assustei. Fiquei meio perplexa por ver aquela artista – então com apenas 24 anos – cantando com todo o corpo. É que no seu penúltimo show, Memórias, Crônicas e Declarações de Amor, ela se mexia bem menos. Um pouco de pulso e de mãos. Nada de pernas, quadris ou braços.
18 de setembro de 2010
Obrigada, Senhor!
Senhor,
Obrigada!
Obrigada pelos 2 anos que Farney e eu moramos no lindo apartamento de 1 quarto, de paredes pintadas de azul!!
O Senhor sabe que meu coração disparou a primeira vez em que entrei aqui e vi, já da porta da sala, aquela vista imensa para um céu tão azul quanto as paredes, o coqueiro (ou palmeira, até hoje não sei) e a Serra do Curral ao fundo.
17 de setembro de 2010
Católica de Mudança: Lar Doce Lar!
Hey, internauta!...
Se você ficar uns diazinhos sem ouvir nada de mim, saiba que estarei empacotando e desempacotando pertences. Tô de mudança. Tô saindo de uma vista que dá para um coqueiro (ou palmeira, nunca sei ao certo), com a Serra do Curral ao fundo, para uma que dá para uma gameleira centenária, com a mesma Serra do Curral ao fundo. Deus é Dez! Eu não queria me mudar, pra não perder o meu belo panorama...
... E eis que o apartamento que o Farney encontrou mantém (quase) a mesma paisagem só que, em frente, em vez do tal "coqueiro", teremos uma gameleira. O dicionário a define como "Árvore resinosa do Brasil". Legal. No mês da Pátria, ganhei de Deus uma vista para uma árvore tipicamente brasileira!!
Coisa de "poeta", de "romântico": não querer sair de um lugar só para não perder o cenário!!... Hahaha
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| Depois de ler Meditando com Pecadores e Pecadoras do Evangelho, resolvi apreciar a vista: ônibus vazios de gente e caminhões cheios de terra!... |
Se você ficar uns diazinhos sem ouvir nada de mim, saiba que estarei empacotando e desempacotando pertences. Tô de mudança. Tô saindo de uma vista que dá para um coqueiro (ou palmeira, nunca sei ao certo), com a Serra do Curral ao fundo, para uma que dá para uma gameleira centenária, com a mesma Serra do Curral ao fundo. Deus é Dez! Eu não queria me mudar, pra não perder o meu belo panorama...
... E eis que o apartamento que o Farney encontrou mantém (quase) a mesma paisagem só que, em frente, em vez do tal "coqueiro", teremos uma gameleira. O dicionário a define como "Árvore resinosa do Brasil". Legal. No mês da Pátria, ganhei de Deus uma vista para uma árvore tipicamente brasileira!!
Coisa de "poeta", de "romântico": não querer sair de um lugar só para não perder o cenário!!... Hahaha
16 de setembro de 2010
Ouvindo (e amando) Legião Urbana
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| As Quatro Estações é o melhor CD da banda (na minha opinião). Letras falam de amor, compaixão e esperança. Além disso, Renato Russo dá um show de interpretação |
Falei noutro dia ao meu amado, mais que amado primo/irmão Flávio Augusto, que escreveria no Blog A Católica sobre Courtney Love e Kurt Cobain, vocalista da banda Nirvana. "Ué, Ana Paula... Não é um Blog católico? Não combina falar disso...". Expliquei que "Combina sim!" - posso falar de (quase) qualquer coisa no Blog, desde que seja sob um enfoque diferente, nada mundano, quase... Santo!
Pois então.
Acabei de estender roupa no varal, meu almoço tá esquentando e enquanto o tempo passava, resolvi colocar no meu CD Player (não gosto de iPod. Gosto de CD, com encarte explicando quem compôs a música, quem tocou a bateria e pra quem o artista dedicou o trabalho), enfim, coloquei pra tocar e ouvir pelo headphone As Quatro Estações, que a Legião Urbana lançou entre 1989 e 1990.
15 de setembro de 2010
A espada no coração da Virgem Maria
Quem de nós não sofreu junto à mãe da menina, cujo pai e madrasta foram acusados e condenados por atirá-la de uma janela em São Paulo? Quem não chorou junto à novelista Glória Perez, que enterrou a filha, a atriz Daniela Perez? Quem não se solidarizou com aquela outra mãe, cujo filho, preso ao cinto de segurança do carro, foi arrastado e esfolado vivo por bandidos no Rio de Janeiro?
Post sob o Marcador:
Estudos da Bíblia,
Nossa Senhora,
Padre Léo
14 de setembro de 2010
A arte de abraçar caladinhos a Nossa Cruz
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| Meu avô Raul Augusto seguiu o exemplo de Cristo e assumiu a sua cruz com tranquilidade, sem desespero, obediente à Vontade de Deus |
Já comentei no Post Espinho na carne a respeito da observação de uma amiga muito querida da minha mãe. Ela não entende por que os católicos exaltam a cruz de Cristo, sendo que "ele já saiu de lá há muito tempo: mais de 2000 anos...". O próprio Padre Léo (que vira e mexe, mexe e vira, menciono por aqui), bem, ele mesmo disse em entrevista ao apresentador de TV Jô Soares que a Paixão de Nosso Senhor, apesar de haver durado "apenas 18 horas", é mais lembrada do que a sua Ressurreição, que "dura até hoje".
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